O que você vê? — Pontilismo muy loco

Oi, gente!!!

Quanto tempo! Como vão as vidas docês? Por aqui tá tudo meio merda, para falar a verdade… Foi mal a sinceridade, mas eu não ia mentir para vocês aqui.

Então, eu ando sumida porque estou na correria de estudar com o pouco tempo de sobra que tenho para conseguir entrar no mestrado. Não vou entrar em detalhes sobre isso agora, porque seria um daqueles posts looooooooongooooooooos que vocês sabem que eu faço quando as caraminhólas tomam conta da minha mente e, para além disso, é algo que está transformando toda a minha vida e minha escolha de devir. Acrescentando o fato de eu ter recebido um resultado negativo ontem sobre uma das duas provas que fiz, vocês podem imaginar que não estou muito felizinha para falar sobre isso diretamente agora.

Maaaaaaaaaaaaaaas o post de hoje acaba derivando desse contexto: a maneira que encontrei de estudar com a correria do dia a dia foi gravar a leitura dos artigos no tablet e ficar escutando o áudio enquanto faço outras coisas, como tarefas de casa ou quando espero meu irmão sair da escola. No tempo livre, até dá para escutar me concentrando mais e, para isso, eu preciso desenhar. Continuar lendo

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Gênesis

Aprender algo novo é entender que algo nasceu e foi criado dentro da sua mente, te transformando em uma nova criatura.

Talvez seja por isso que eu acabo precisando de papel e caneta para extravasar esses desconexos processos de ruptura e transformação dentro de mim, quando estou aprendendo algo e transformando esse aprendizado em alguma coisa minha.

Esse foi o resultado da bateria de artigos dessa madrugada. Só não me pergunte ao certo o que eu fiz. Rs Só sei que tem a ver com sementes florescendo e me transformando… É assim que me sinto quando estudo sobre Educação. E sei tbm que não sou nenhuma artista, podem deixar. Só queria dizer pra vcs o quão nova estou.

Se me encontrarem na rua, deixem que eu me apresente de novo. Talvez nem me reconheçam.

Rs

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Beijo, gente.

Liz

Eu não visto 38!

Oi genteeeeeee!

Sim, sim… Eu sei que ando sumida! Mas a vida está sambando na minha cara e – infelizmente – vir aqui na Oficina tem se mostrado tarefa de grande complexidade. Tristeza de vida de gado… Bem,  hoje é dia de bagunçar!!! Fazia tempo que eu não escrevia para o “Sendo bagunceira”!

Enfim, o post de hoje é derivado da experiência sanguinária de conseguir encontrar um vestido para comprar que eu gostasse e que coubesse no meu corpitcho 40 –  42. Olhem, não se deixem enganar pela aparente simplicidade dessa tarefa! Eu descobri –  ou melhor, redescobri — que se você é gorda, encontrar um vestido para ir à uma festa pode ser uma das jornadas mais causticantes da sua vida. Se Héracles vestisse manequim G, teria sido fácil,  fácil, para a três vezes chata da Hera liquidar seu enteado indesejado. Bastaria arrumar uma festança no bairro e deixar que ele perdesse todas as suas forças andando de um lado de um lado para o outro,  percorrendo as cidades-estados uma a uma, atrás de uma toga nova que lhe servisse…

Essa foi mais ou menos a minha jornada na busca se um vestido pelas lojas do Centro do Rio…   Eu confesso que sempre odiei comprar roupa e que poucas técnicas de tortura me seriam mais eficientes do que a interminável maratona põe  – vestido – tira – vestido. Tudo derivado, acredito, de uma infância marcada pela obesidade até os 10 anos de idade, os gritos de “gorda, baleia, saco de areia” e algumas risadas debochadas de primos e amiguinhos de escola. Isso tudo aliado às lembranças escabrosas de ir comprar roupas no shopping e perceber que as roupas que eu gostaria de ter, jamais caberiam em mim.

Revivi tudo isso nesta tarde do centro. E, graças a Deus, agora consigo ver isso com um mínimo de consciência…

Eu sempre gostei dos vestidos de uma marca muito fofa, chamada “Maria Filó” e, quando vi a possibilidade de poder comprar um vestido legal, foi para lá que corri de primeira. Fazia um tempo que eu não saia para comprar roupa e, ao levar em consideração que eu engordei muito nos últimos anos, a resposta à pergunta “Qual o tamanho?” feita pela bonita atendente foi, sem pestenejar:

— Acho que já devo estar usando “G”.

Mas não haviam muitos vestidos “G” na loja. Na verdade, haviam tão poucos que chegava a ser ridículo — e nenhum deles era o que eu queria. Nas araras, filas intermináveis de vestidos 36 e 38… Ficamos (minha mãe e eu) de voltarmos mais tarde, caso não encontrássemos nada mais que me agradasse.

Entra loja, sai loja. E nada de um vestido “G” legal. Nas poucas lojas que tinham os vestidos que eu gostava em tamanho “G”–  lojas CARAS. Onde os vestidos mais baratos eram na faixa de 300 dilmas, pelo menos — o vestido ficava amarrado em mim de uma tal maneira que eu tinha dificuldade de tirar. Principalmente no busto. Vejam bem, o vestido “caía” mas ficava desconfortável. E eu não suporto roupa desconfortável. Em todas as lojas em que experimentei um vestido “G” / 40 / 42, o resultado era o mesmo: não cabia em mim.

O que é estranho, é que quando vou à lojas “de departamento”, eu ainda visto — na maioria dos casos — manequim 40/42 ou roupa tamanho “M”. Mas nessas lojas — onde me deparei com uma seleção de vendedoras magras e esguias, cinturas finíssimas e clientes do mesmo molde, todas muito bem arrumadinhas, penteadinhas, cabelinhos montados e salto — eu não conseguia caber nem mesmo em um “G”. E nunca tinha “XG”. Perguntei, em uma delas, se havia um tamanho maior e a vendedora — loirinha, top rendado e saia longa. Macérrima a ponto de parecer quebradiça — que, por sinal, me olhara da cabeça ao pés quando entrei — acho que porque eu estava toda trabalhada na calça de yoga cinza, camisa de malha azul e tênis sujo, o cabelo apontando para Deus e todos os santos — reprimiu o risinho de deboche e disse:

— Não, querida. A gente só trabalha até “G” mesmo.

E me pergunto: POR QUE?

Prestem atenção a isso, é um ponto importante: Essas lojas, dos vestidos que a gente vê nas revistas e deseja ardentemente, só trabalham até “G”. Essas lojas tem fileiras intermináveis de vestidos “P” e “38” mas não tem um “46”. Nem mesmo um “42”, na maioria das vezes. Mesmo o manequim médio da brasileira sendo, na verdade, o “42” E NÃO O “38”. Gente, POR QUE NÃO EXISTEM VESTIDOS DE MARCA BONITOS PARA GORDAS, AFINAL?

E, me perdoem se soa “teoria da conspiração”, mas me parece que caímos na eterna palhaçada da representatividade. Se querem saber, vou meter o dedo na ferida, sim: Não tem vestido para gordas porque não é interessante para essas marcas serem representadas por gordas. Porque quando um pessoa veste uma marca, ela está — de certa maneira — representando a essa marca. É a propaganda do produto mais eficaz: vendê-lo a quem queremos que o represente. E, para vender “beleza”, “estilo” e “elegância”, só podemos contar com as barbies de cintura finíssima e pernas finas. Porque é assim que a “BELEZA” é: magra.  Querem saber?

TÁ FEIO, GENTE. Cansativo demais. Mesmo.

Rodei lojas e lojas naquele dia. Minha mãe me olhava como se eu tivesse 10 anos de novo e não conseguisse comprar uma roupa para eu usar no meu aniversário. Ela estava magoada, envergonhada, triste. De repente, ela parecia acreditar que a sociedade estava me dando mais um grito de “Gorda, baleia, saco de areia” e me dizendo que eu não poderia usar um vestido bonito, porque não poderia ser bonita. Porque eu sou gorda. Eu olhei para ela e tentei dizer que já esperava por isso, que estava decepcionada e cansada mas não triste.

No fim, voltamos à Maria Filó, onde a atendente – coitada! Ela tentou bastante — desencavou um vestido bonito e me deu para provar. Não era o meu estilo, na verdade, mas até que era bonito. Como esperado, o vestido entrou normalmente mas faltava fechar o ziper na parte de trás. E, como esperado, meu busto foi apertado em um nível que meus peitos quase tocaram o meu queixo, e eu imediatamente senti que não suportaria ficar uma noite inteira com ele. Olhei o preço: quase o dobro de todos os outros. Porque, claro, esse vestido era especial. Esse vestido cabia “em gordas”, é claro que custaria muito mais que todos os outros…

E pensei nos meus pobres peitos, comprimidos naquele pedaço caríssimo de tecido…

E escutei — distante e sem significado — a atendente e minha mãe me dizendo que eu fiquei linda… (de fato, fiquei bastante curvilínea no vestido. O corte favorece meu tipo de corpo…)

E olhei para todas aquelas meninas magras e pintadas ao meu redor — fossem atendentes, fossem clientes.

e decidi:  — Não cabe em mim.

Outro dia, fui ao shopping Nova América, andei um pouco, achei um vestido longo lindo numa vitrine da Chiffon. Entrei, confiante:

— Senhorita, quero aquele vestido da vitrine. — e antes mesmo que ela perguntasse: — Quero um “G”.

o “M” cabia melhor… rs

Mas levei o “G”, por causa da estampa maravilhosa. E pedi para minha tia adequar a alça.

Acinturei com um cinto preto.

E quando me olhei no espelho…

— Gente, que gorda DELÍCIA eu sou! — hahahaha — Tô linda!!!

Porque EU NÃO VISTO 38!

Beijo,

Liz.

Todo mundo é figurante

Gente, que saudade de vir aqui!!!!!!!!!!!!!!!!!!  Sim, eu tenho milhares de coisas para entregar / fazer para semana que vem (que promete ser uma das mais tenebrosas de toda a minha graduação. O que, acreditem: é alguma coisa…) mas é que uma frase está martelando na minha cabeça de forma tão grotesca, que não tem como eu deixar mais de lado: “Eu não sou figurante!” é o mais novo hit do meu cenário mental.

E tudo isso por causa de Harry Potter… Para quem não sabe, eu sou Potterhead de carteirinha desde a infância. Mais do que isso: Eu sou da Lufa-Lufa (Hufflepuff,  no original). Sim, senhores! Vou colocar em caps lock, só pra parar de ouvir o mimimi: EU – SOU -LUFA-LUFA. Com muito orgulho, viu? Pronto. Graças a Deus.  Mas quando eu disse isso a um colega de universidade, ele me respondeu enfaticamente: “Coitada! Eu sou da Grifinória, não nasci paraser figurante! “

Tive vontade de rir. E ri mesmo, na cara dele. É muita arrogância gente, ter que escutar uma coisa dessas quase 22h da noite. “Querido, todo mundo é figurante.”, respondi, ainda gargalhando. Ele ficou um pouco chocado e me retrucou, meio ofendido, que “Ele não era, claro que não!”. 

Ficou chateado, gente, meu amiguinho, só pela simples menção de que ele não era a última coca-cola do deserto. Pela menção de que ele é um mero figurante no destino do mundo. Filho, a verdade dói mas todos somos figurantes. Somos protagonistas da nossa própria história, ou pelo menos é por isso que devemos lutar, todos os dias. Mas se você quer ser protagonista da história de outra pessoa: cara, você tem um problema sério. De verdade, procure ajuda porque o que está rolando não é legal.

Gente, pode parecer estranho, mas na grande maioria das vezes ser figurante é o melhor do que você pode ser: porque significa apoiar alguém, viver não só por você, deixar os outros brilharem, ajudar sem pedir nada em troca.  Eu não preciso estar nos holofotes da história de ninguém, eu já brilho na minha. Eu me orgulho de ser figurante na história da minha família e dos meus amigos. Quando falo deles, é dos feitos que realizaram e não da minha participação neles. Porque é a vez deles de brilharem.

Eu sou Lufa-Lufa, pessoal. Na história original de HP, caso não lembrem, a minha Casa foi a segunda que ficou em maior número para lutar na Batalha de Hogwarts, mesmo não tendo ligação direta com a Ordem (metade da grifinória é composta pelos weasley mesmo… U.U hahaha). E é  a casa que menos perdeu estudantes, aliás. Mais do que isso: pertenço à Casa com o menor número de bruxos das trevas que existem e já existiram. Se não fossem os Lufas-Lufas, figurantes à beça, graças a Deus — até porque a história era do Harry e não minha… hahaha – não teria ninguém para guardar a ala oeste do castelo e a ponte ficaria totalmente à merce  dos comensais. Sabem o que é maravilhoso?

A história é contada pelos ídolos e tal. Mas ela é feita, no duro, pelos figurantes. Então, quer saber? 

Somos todos uns puta figurantes!

Ainda bem 😀

“You might belong in Hufflepull, where they are just and loyal. Tohes patient Hufflepuff are true and unafraid of toil”. Traduzindo: “Você talvez pertença à Lufa-Lufa. Onde eles são justos e leais, verdadeiros e sem medo da dor.” :3

#HufflepuffPride

hahaha

Beijo, gente!

Liz.

Aaaaaaaaaaaaaaaaah!!! Não consigo escrever!!!!

Gente, estou enlouquecendo!

Tenho tanta coisa para fazer, estudar, tantos trabalhos a entregar que… NÃO CONSIGO ESCREVER! Eu nem consigo produzir o que preciso para faculdade, nem consigo produzir o que eu gostaria para meu ócio…

Arg!!! Não é só falta de tempo, não: é como se eu estivesse travada. Começo textos que não termino; faço mil rabiscos mas não desenho, cantarolo músicas e não chego nem no refrão. Nem dormir direito eu consigo mais. Tudo por causa desse final exaustivo de faculdade, que está sugando cada gota de boa vontade e arte que corre nas minhas veias.

Já passaram por isso? Essa vontade louca e insandecida de gritar, não fazer nada que deve, jogar tudo pro alto e ir para as montanhas; lutar com tigres, ficar debaixo de cascatas e meditar até virar alguém com um futuro respeitável?????

Ok, ok… Talvez não precise ir tão longe… So dar um tempo, resolve? Sair pelos centros culturais do Rio seria uma onda refrescante para mim… Mas eu não consigo abandonar os compromissos de uma hora para outra…

E vocês? Alguma ideia para me tirar dessa pressão do inacabado?

Ajudem à essa aspirante a louca, por favoooooor!!!!

Beijo!

Liz.

Sumiço e vida de gado

Oi meu povooooo!!!!!!!!!!!

Sim, sim, estou sumida! Mas existem razões para isso. A primeira tem teor técnico: Estou sem internet em casa! Ç_Ç e, portanto, não consigo entrar para escrever. A segunda tem origem social: esse último ano de faculdade vem sendo composto por prazos, tempestades e furacões; tudo recheado de muitas madrugadas  insones e trabalhos a entregar toda semana. Em conseguinte à essa vida de gado que me impede de praticar o bom e velho ócio intelectual, estou meio sumida.

sniff, sniff, sniff….

Mas assim que puder, volto à ativa! ❤ Tem conto novo em preparação e mais 17 outros textos no rascunho que, se eu não dar conta deles logo, vão me afundar em dívidas de projetos meio cumpridos!!! E isso, senhores, jamais! Dessa tortura, corro léguas e léguas!!!

Então, é isso!

 

hahaha

 

Beijos saudosos e até daqui a pouco!

Liz.

Doramas que AMO: 1 – Itazura na Kiss

Gente, resolvi tentar salvar a alma de vocês também e falar de Doramas! E para começar, escolhi o meu dorama favorito:

イタズラなキス!!!

(Itazura na kiss)

\o/

Descrição da figura: Em primeiro plano, Kotoko está de frente, sorrindo enquanto Naoki está de lado dando um beijo em seu rosto. Os dois estão de uniforme escolar: gravata listrada vermelha e branca, blaiser azul escuro e saia/ calça quadriculada. Ao fundo, tem o logo do dorama.

Primeiro, vamos esclarecer uma coisa: Vocês sabem o que é dorama?! Não?!!! Oh, a definição do bom e velho Wikipédia é: ” a definição generalizada do gênero série de televisão oriental, seja ela J-Drama (drama japonês), K-Drama (drama coreano), TW-Drama (dramataiwanês), C-Drama (drama chinês) e até mesmo os Live-Action (filmes/ séries de adaptações de mangás, animes ou livros)”. Portanto, galerê, é isso mesmo: Doramas são séries/novelas asiáticos. A palavra vem da palavra inglesa, drama. O tipo de atuação é bem diferente do nosso (ocidental) e nossas diferenças culturais gritam em cada episódio. Um exemplo? Demonstrações de afeto. Digo: beijos, abraços, andar de mãos dadas. No Japão, por exemplo, é incomum casais se abraçarem em público. Beijar, então, nem pensar!!! hahaha Por isso, nós meio que ficamos torcendo por um beijo nos doramas. Mas quando acontece… Ah, gente, é tão fofo, tão esperado, tão querido! :3 hahaha A atuação envolve bastante expressão corporal e facial, então é bem engraçado, na maioria das vezes. Se vocês se acostumarem, com certeza se apaixonarão! As histórias nos envolvem sem ter as apelações com que estamos acostumados na mídia ocidental e isso, senhores, é muito refrescante. Recomendo tentarem, de verdade!

Fonte: http://www.vb.eqla3.com/showthread.php?t=1430707. Descrição do gif: em preto e branco, Kotoko manda um beijo e roda em torno de si mesma, com os braços estendidos, sorrindo. Termina com ela aninhando o rosto com as duas mãos, numa expressão de felicidade.

A pessoa que, como eu, curte muito dorama é chamada de “dorameira“. Eu sou uma dorameira de carteirinha e hoje trago para vocês o meu dorama favorito: Itazura na Kiss! \o/\o/\o/ A história é baseada no mangá homônimo de Kaoru Tada e a primeira temporada  (só vou falar da primeira parte neste post, para deixar gosto de quero mais!!!!) conta a verdadeira saga (risos…)  da estudante do ensino médio chamada Kotoko Aihara para conquistar o amor do gênio-bonitão-super-bom-em-tudo-que-faz e intragável Naoki Irei, depois que ela finalmente confessa seu amor a ele; após 2 anos alimentando esse sentimento em segredo.

Fonte: https://laproom.wordpress.com/2014/11/19/dorama-itazura-na-kiss-love-in-tokyo/. Descrição do gif: Em fila estão Irei Noriko (mãe do Naoki), Kotoko, Satomi (amiga de Kotoko) e Jinko (amiga d Kotoko) em seus uniformes escolares. A Senhora Irei está fazendo um movimento de apontar em uma direção, imitado por Satomi e Jinko, enquanto Kotoko olha para onde elas estão apontando com uma expressão desconsolada. Senhora Irei fala: “Vá, Kotoko!”

Para contextualizar: Muitas escolas japoneses descriminam as classes em índices de aproveitamento acadêmico. É o que acontece na Escola de Ensino Médio Tonan, onde nossos protagonistas estudam. Nela, na pior turma da escola, está a Kotoko, uma aluna muuuuuuuitoooooo ruim, que foi cair de amores logo pelo melhor aluno do país, Naoki! Mas, apesar de inteligente e bonitão, Naoki é INACREDITAVELMENTE intragável, frio e antissocial. E detesta pessoas “estúpidas”. Então, gente, vocês já podem imaginar no que deu: Quando ela resolve se declarar para ele, entregando-lhe uma carta de amor na frente de toda a escola, ele a rejeita sem nem piscar os olhos, na frente do galerê todo!

Descrição da figura: São quatro quadros. O primeiro, mostra Naoki olhando para carta que Kotoko segura nas mãos, com cara de desagrado. Kotoko diz : “Poderia ler isso, por favor?”. O segundo quadro, mostra Kotoko d frente, segurando a carta sem olhar para Naoki, com uma expressão de nervosismo. Kotoko diz: “Eu sou Aihara Kotoko, da classe F”. O terceiro quadro, é um foco na carta sendo estendida para Naoki. O quarto, é um close no rosto de Naoki que, desagradado, diz: “Não quero”.

Ela decide, então,  esquecer um cara tão miseravelmente frio e, afinal, está animada com a mudança para a casa nova. Assim, o dia não termina tão mal para a pobre Kotoko, que resolve focar na mudança da tão sonhada casa própria e — foca na atitude! — desistir do bofe escroto. Mas como alegria de pobre dura pouco e — em doramas – dura menos ainda, a casa dela ainda desaba no dia da mudança, em um acidente RIDÍCULO (não vou falar o que aconteceu, para manter o mistério… hahahaha) e ela e o pai, ficam sem lugar para morar. A coisa toda é tão inacreditável, que até uma equipe de televisão faz uma entrevista com o pai dela, sobre o acontecido. O.O hahaha (A cena da entrevista é HILÁRIA! Eu adoro o pai dela, todo chorão! hahaha)

É quando um amigo de infância de seu pai os convidam a passar um tempo em sua casa até terem onde morar, entrando em contato com eles por causa da tal reportagem. A sorte sorri (melhor dizendo, ri na cara… hahaha) outra vez à nossa heroína que, depois de esculachar Naoki na frente da escola, dizendo que não precisa da ajuda dele, descobre que o tal amigo do pai é, ninguém menos, QUE O PAI DELE!!!! hahaha Será que morando juntos, Kotoko será capaz de tocar o coração do perfeito Naoki?

Descrição das figuras: São duas figuras. A primeira, mostrando a parede folhada da casa da família Irei com a placa “Irei Family”. A segunda, mostra Kotoko e seu pai no carro, na entrada, olhando para a placa. O pai dela está com uma expressão indiferentes, enquanto ela faz uma expressão de choque.

Vocês conseguem imaginar a cara dela, quando se encontrou com ele, na casa dele???? hahahahhaa Pobre Kotoko, e ela tinha sido tão firme na sua resolução de esquecê-lo!  Com a convivência, fica mais difícil para ela o esquecer e com o super apoio da mãe de Naoki, Irie Noriko ( que deve ser a mãe mais louca e alcoviteira da história dos doramas!), Kotoko decide lutar por seu amor e fazer com que ele se apaixone por ela. Enquanto isso, um dos seus melhores amigos, Kin-chan, é super louco por ela (bem, do mesmo jeito que ela é louca pelo Naoki…e é um cara muito fofo também) e quer conquistar seu coração . O que dá muita vontade de torcer para que os dois fiquem juntos, porque… Vou te contar, Irei-kun consegue ser o cara mais idiota do planeta de vez em quando!

Descrição: São duas imagens, lado a lado. Na primeira, vista de cima, estão Kotoko e Kin-chan, ambos usando seus uniformes escolares. Kin-chan está com o braço sobre os ombros de Kotoko e ambos estão sorrindo. A segunda imagem, vista de baixo, mostra Naoki olhando para eles, com a expressão quase inexpressiva mas com o olhar incomodado.

O dorama é cheio de situações inesperadas e divertidas e todos os personagens são legais. Como, por exemplo, quando ela decide que vai entrar na lista dos 100 melhores alunos da escola e arma um esquema para ele ensiná-la. É muito fofo vê-lo começar a olhar para ela como se ela fosse algo inesperado. Acho que ela conseguiu abrir um pequeno buraco no gelo daquele coração frio do Irei-kun nesse momento… Kotoko também viaja MUITO na maionese e seus devaneios também são hilários, por serem tão irreiais.

Fonte: http://annyeongdramas.blogspot.com.br/2013/12/itazura-na-kiss-love-in-tokyo.html. Descrição do gif: Naoki está descendo as escadas da escola enquanto Kotoko vem andando na direção da escada pelo corredor. Eles se cruzam no ponto baixo da escada, Kotoko diz, nervosa, sem olhar para ele: “Obrigada”. Naoki, sem dar nenhuma mostra de que a tinha escutado e sem parar de andar, responde: “Boa Sorte…”. Ambos seguem seu caminho, ela descendo e ele seguindo em frente.

O incrível da história é que, mesmo a Kotoko me irritando muito (gente, ela ama esse homem… Quero dizer, ela o ama desmedidamente e isso dá raiva de vez em sempre!), mesmo eu querendo dar um soco no Irei-kun episódio sim, episódio não; mesmo eu morrendo de pena do Kin-chan, mesmo tudo… Eu ainda não consigo desgrudar desse dorama. Toda vez que eu começo a assistir, tenho que ver até o final! Os personagens sào diferentes entre si e muito cativantes. É impossível não torcer pela Kotoko e não vibrar com cada gotinha que cai do coração degelante de Irei Naoki!

    

Esse é só início da primeira temporada, minha gente! Não vou contar mais, porque só sairia spoiler dos meus dedos! haha

Gente, eu amo tanto esse dorama, que já assisti à todas as versões produzidas: A versão japonesa, de 1996 — que não foi boa, na minha singela opinião;  a versão taiwanesa, de 2005 — que é absolutamente SENSACIONAL. Os atores tem muita química e ficaram perfeitos nos papéis. Foi a versão que fez a série toda, e merecem palmas de pé, porque foi muito boa. Zhi Shu e Xiang Xin (os nomes dos personagens de Irei Naoki e Aihara Kotoko) foram interpretados por Joe Chang e Ariel Lin, que arrasaram MUITO nos papéis e foram os responsáveis por eu me apaixonar pela história. Eles ficaram tão bem juntos, que rolou até um abaixo assinado dos fãs taiwaneses para que ficassem juntos na vida real! hahahaha Povo doido, meu Deus! Mas a química era inegável!O nome da versão taiwanesa é “It started with a kiss”. A versão coreana, “Playful Kiss”, de 2010 — que foi muito boa, também, apesar de trazerem a história toda compilada em uma única temporada. Os atores são muito bons e deram um ritmo mais romântico à história. E, por fim, o remake japonês de 2013, o “Itazura na Kiss – Love in Tokyo”, que é o que estou mostrando para vocês. Comparando com o mangá, essa é a versão mais fiel à obra original, no sentido de que as personalidades do Irei-kun e da Kotoko-chan são praticamente idênticas às do mangá. De fato, Furukawa Yuki está tão bem no papel, que dá vontade de mandar ele ir para esquina plantar batatas quase todo episódio. hahaha E Miki Honoka está fazendo a Kotoko mais kawaii (lê-se, “fofa”) de todas! Até o figurino, parece seguir a linha da personagem original. Estou amando.

Bem, gente, espero que o bichinho dos doramas tenha picado alguém aí! Quem sabe, eu não consegui salvar a alma de alguém, de fato?

Só o que eu posso desejar é que vocês se divirtam muito com a história (a primeira parte dela, pelo menos) de Kotoko e Naoki e que torçam para que acabe com um final feliz, do jeito que eu torci. Não vou enganar, o coração dói de vez em quando, mas é muito bom se envolver com eles! Só mais um aviso: A segunda temporada é ainda melhor do que a primeira!!!

  • Onde assistir (online): Drama Fever 
  • Número de Episódios: 16
  • Canal que produziu: Fuji TV TWO
  • Período de lançamento: 29/03/2013 a 19/07/2013

Beijo, meu povo, e bom dorama para vocês!!!!

\o/

 

Liz.